Sorrir com o fígado

Parece estranho? Será caso até para rir verdadeiramente se analisarmos seguindo unicamente os nossos critérios de saúde e culturais. Mas se o fizermos com mais sabedoria, segundo critérios mais abrangentes, poderemos encontrar em outras culturas e sistemas se saúde mais antigos a ideia de que o fígado e os outros órgãos podem ser influenciados pelas emoções. Sobretudo aquelas que se tornam crónicas e se endurecem em caráter e como tal são estimuladas regularmente por catalisadores externos tal como situações de stress.

Hoje em dia no entanto começa a dar-se mais atenção no ocidente à dimensão do corpo subtil (energético), à sua qualidade e relação com o corpo físico. Se já experimentamos estados de ansiedade, é provável que já tenhamos

sentido a sensação de formigueiro na "barriga". subjacente a esta sensação está uma rede de neurónios até agora negligenciada tão extensa que alguns cientistas a alcunharam de segundo cérebro.

Um entendimento mais profundo  desta massa de tecido neural cheia de importantes neurotransmissores está a revelar agora à ciência ocidental aquilo que os antigos Taoístas já sabem à milénios. De facto a revelação é de que esta faz muito mais do que levar a cabo a digestão alimentar. este pequeno cérebro nas nossas entranhas está conectado  com o outro no nosso crânio e parcialmente determina o nosso estado mental  e tem um papel fundamental no processamento de determinadas doenças no corpo.

O segundo cérebro contém aproximadamente 100 milhões de neurónios, mais do que a medula espinal ou o sistema nervoso periférico. Torna-se evidente para o Professor Emeran Mayer (Professor de Fisiologia, Psiquiatria e ciências do bio comportamento da U.C.L.A) que este sistema neural desenvolveu-se demasiado complexo para se limitar a fazer mover as coisas para fora do colon. Os cientistas ficaram chocados por exemplo ao perceber  que cerca de 90% das fibras do nervo visceral primário, o nervo vago carregam  informação  dos intestinos para o cérebro e não ao contrário como seria de supor. Alguma dessa informação é necessariamente desagradável. Uma grande parte das nossas emoções são provavelmente influenciadas pelo sistemas nervoso nas nossas entranhas. Por exemplo a estimulação elétrica do nervo vago que é usada como terapia para a depressão, imita esse processo.

Estes estudos mais recentes devem ser analisados em conjunto com o que os antigos monges Taoistas apresentam desde à milénios como uma relação de interdependência entre as emoções e a qualidade de energia que permeia e influencia a qualidade de funcionamento os diferentes órgãos vitais e consequentemente o nosso bem estar físico e emocional.
A nossa sugestão vai no sentido de que afinal, talvez não seja tão descabida a ideia de que podemos influenciar em determinada extensão a qualidade de funcionamento nossos órgãos se soubermos dirigir-lhes um tipo de energia hábil que decomponha o lixo tóxico emocional que se vai acumulando sobre estes com os anos e sobre o qual temos uma atitude indolente.

Para mais informações acerca da prática Taoista de manipulação energética dos órgãos vitais (Chi Nei Tsang) clique aqui

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